A França posiciona-se como guardiã dos seus recursos energéticos críticos ao impor regulamentos rigorosos sobre o controlo estrangeiro da sua infraestrutura de energia na nuvem, particularmente no que diz respeito a um operador de mineração de bitcoin dos EUA. A exigência de uma empresa de investimento francesa manter uma participação de 10% reflete a estratégia da França de equilibrar o investimento estrangeiro com os interesses nacionais, enfatizando a segurança energética e a soberania face às exigências relacionadas com criptomoedas. Esta abordagem cautelosa contrasta com jurisdições mais permissivas, estabelecendo um novo padrão para a gestão europeia de energia, tecnologia e investimento estrangeiro.