Acompanhando a sogra na loja de ouro.


Ela pegou uma pulseira de ouro, virou para ver a etiqueta de preço, e depois colocou de volta.
Eu disse, mãe, experimente. Ela disse, não vou experimentar mais, já tenho uma em casa.
Na volta para casa à noite, ela enviou uma mensagem para meu marido: Você, esposa, hoje quis muito ir na loja de ouro, se eu não comprasse, ela ficava insistindo para experimentar.
Meu marido virou-se para mim: Por que você deixou a mãe experimentar a pulseira? Ela não está sem dinheiro.
Eu disse, eu não—
Ele disse, a mãe disse que você quer comprar aquela pulseira, então deixou ela experimentar primeiro, para depois comprar para você.
Eu o encarei. Então abri o celular. Deslizei para uma foto tirada na loja de ouro.
Era a sogra na frente do balcão, segurando a pulseira e colocando na mão.
Foi eu quem tirei a foto. Ela não viu.
Eu disse, essa pulseira, ela quis experimentar sozinha. Eu não toquei nela.
Ela pegou o celular e olhou.
Não disse nada.
Hoje de manhã, a pulseira apareceu na minha penteadeira.
Na caixa, havia um bilhete: “Da mãe”.
Abaixo, tinha uma pequena frase escrita por ela: “Da próxima vez, compre você mesma, e não diga que eu já experimentei.”
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