Como parteira, quando chegou a minha vez de ter filhos e cuidar deles, minhas decisões foram todas baseadas na experiência adquirida no parto—


Primeiro, nunca escolheria parto sem dor na primeira gestação. Não é por desconfiança, mas porque já vi muitas vezes o trabalho de parto prolongar após o uso de anestesia, e no final ainda precisar de cesariana de emergência. Quero sentir o trabalho de parto com meu próprio corpo.
Segundo, o local de parto deve ser um lugar que possa salvar minha vida e a do meu bebê. Não importa se a comida é boa ou se o ambiente é bonito, o que importa é estar viva. Só escolho hospitais grandes com capacidade de emergência.
Terceiro, pelo bem do bebê e também para minha recuperação pós-parto, vou lutar pela amamentação, especialmente nos primeiros dias. Vou fazer força para amamentar cedo e com frequência. Sou parteira, sei que o colostro de ouro não pode ser substituído por fórmula.
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