Meu colega, a mãe dele, de repente, ligou no ano passado.


Disse que foi enganada. Alguém se passou por ela para enganá-la.
O golpista ligou para ela, começou chamando de mãe.
A voz parecia, o tom de voz parecia, até a expressão habitual era igual.
Ele disse que estava em viagem de negócios, perdeu a carteira, e precisava de duas mil reais.
Forneceu uma conta.
Ela transferiu.
Depois de transferir, ela olhou o celular.
Viu o do filho.
Enviou uma mensagem de voz: Você recebeu o dinheiro?
O filho respondeu: Que dinheiro?
Ela disse: Você não estava em viagem de negócios e perdeu a carteira?
O filho disse: Estou no trabalho extra na empresa.
Não estou em viagem.
Agora você me liga.
Ela ficou nervosa.
Ligou.
Ele atendeu.
Confirmou.
Depois, ele ligou para o banco, bloqueou a conta.
Pegou no jeito.
Depois, ele verificou aquela conta.
O nome do titular era o próprio nome dele.
Não era um golpe usando o nome de outra pessoa.
Era uma conta aberta com seu próprio documento de identidade.
Ele se lembrou que, há três anos, perdeu a carteira de identidade, fez o boletim de ocorrência, e pediu uma nova.
A antiga foi vendida na internet.
Ele estava na porta do banco, enviou uma mensagem para a mãe:
Mãe, se precisar de dinheiro, envie um vídeo.
Não envie texto.
A mãe respondeu: Ok.
Ele guardou o celular.
Abriu de novo.
Viu a mensagem de voz.
A frase que a mãe disse: Você recebeu o dinheiro?
Ele ouviu três vezes.
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