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Percebi que muitos novatos em criptomoedas se confundem com os endereços do Bitcoin. Na verdade, não é tão difícil perceber isso, basta compreender a lógica. Atualmente, existem quatro formatos principais na rede, cada um com a sua história e o seu propósito.
Vamos começar pelo mais antigo — P2PKH. São endereços que começam com o número 1, como 1BvBMSEYstWetqTFn5Au4m4GFg7xJaNVN2. Foi Satoshi Nakamoto quem os inventou, e chama-se Pay-to-Public-Key-Hash. A ideia é simples: em vez de enviar fundos diretamente para a chave pública, eles vão para o seu hash. Isto aumenta a privacidade, porque a chave real não é revelada. Além disso, os dados na blockchain ficam mais compactos. Este tipo de endereços de Bitcoin continua a ser o mais comum e compreensível mesmo hoje em dia.
Depois surgiu o P2SH — endereços que começam com «3». Gavin Andresen apresentou-o em 2012, especificamente para cenários mais complexos, especialmente para multisassinaturas. Aqui, o pagamento fica associado ao hash do script, e não à chave. O remetente conhece apenas o hash, e o script real só é revelado quando os fundos são gastos. Isto deu ao Bitcoin mais flexibilidade e permitiu suportar transações mais complexas, sem revelar os seus detalhes.
Depois veio o Bech32 — endereços com o prefixo bc1q. O nome vem das primeiras letras dos apelidos dos programadores Peter Wuille e Greg Maxwell, mais o algoritmo ech para correção de erros. Este formato consegue distinguir caracteres semelhantes, como 1 e l, 0 e o, o que reduz o risco de erros ao introduzir. Já são endereços SegWit, mais avançados e eficientes.
E, por fim, o Taproot — o mais recente. Começa por bc1p. É uma evolução do SegWit, que comprime ainda mais o tamanho das transações e melhora a privacidade. Com base no SegWit, desenvolveram este formato para aumentar a eficiência da blockchain e reduzir as comissões. Todos estes tipos de endereços de Bitcoin coexistem na rede, e cada um faz sentido no seu contexto.
A propósito, muitos notam que as carteiras geram um novo endereço após cada transação. Isto não é um bug, é uma funcionalidade. É assim que funcionam as carteiras HD — carteiras hierárquicas determinísticas baseadas em BIP32 e BIP44. Elas criam uma cadeia inteira de endereços a partir de um valor inicial, o que simplifica a cópia de segurança. Todos os endereços são gerados de forma determinística, por isso basta guardar a seed e consegue-se recuperar todos os fundos.
Porque é que isto é feito? Por confidencialidade. Se usar um único endereço para todas as transações, toda a história fica visível na blockchain. Um endereço novo de cada vez — e os teus movimentos tornam-se mais difíceis de seguir. Além disso, isto aumenta a segurança: se uma chave privada for comprometida, apenas os fundos nesse único endereço ficam em risco, enquanto o resto permanece seguro.
Todos estes tipos de endereços funcionam graças à criptografia de curvas elípticas, concretamente ao algoritmo secp256k1. Cada endereço está associado a um par de chaves único, e tudo isto é gerado muito rapidamente. Se gerires vários endereços, não é preciso mudar de carteira — as soluções modernas suportam isso normalmente.
Se quiseres aprofundar e fazer experiências com endereços diferentes, na Gate podes criar uma carteira e testar. Lá, o suporte para todos estes formatos está bem implementado, e a interface é intuitiva até para iniciantes.