Lembro-me de que em "Assim Falou Zaratustra" está escrito:


“Deves estar pronto para te queimares na tua própria chama; como poderias ressurgir se primeiro não te tornaste cinzas?”
Uma vez que uma pessoa é definida, deixa de ser livre, seja pela definição dada pelo exterior ou pela autoatribuição.
Assim, acendeu-se o Pavilhão de Ouro, transcendendo a estética e o amor e o ódio, procurando o verdadeiro eu na luz do fogo.
Há uma citação: Quem é eu que me liberto das amarras do prazer e do descontentamento?
Há uma citação: Só hoje percebo que sou eu.
Então lembrei do Sutra do Diamante, que diz: O Eu original é sem forma e sem aparência. Essa ideia abstrato como “o verdadeiro eu sem forma”, que frequentemente me vem à mente nos meus primeiros vinte anos de vida.
Superar os padrões, expectativas e limitações impostas pelo exterior já é uma tarefa difícil, requer coragem e exploração.
Após alcançar certos feitos, superar a autocompaixão, o orgulho, a dependência de padrões internos, e reconciliar-se e libertar-se do eu interior, requer sabedoria e honestidade.
As pessoas estão presas por coisas externas, pelo próprio eu, e pelo vazio. A libertação dessas três prisões faz com que o verdadeiro eu seja sem forma.
Deve-se não se apegar a nada, e assim gerar o coração; portanto, um homem humilde atravessa grandes rios.
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