No ano passado, abri uma conta bancária num país novo.


Passaporte. Conta de serviços públicos. Comprovativo de morada. Carta de emprego. Número de contribuinte. Três visitas à agência. Duas candidaturas rejeitadas porque um documento tinha o formato errado. Seis semanas de idas e vindas antes de poder fazer uma única transação.
E durante todo esse tempo, continuei a pensar — já fiz tudo isto antes. Várias vezes. Em vários países. Para várias instituições. Cada uma delas me tratou como se nunca tivesse comprovado nada.
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