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A polícia sul-coreana remeteu o caso do famoso manipulador de ações Lee Hee-jin, envolvido em fraude com criptomoedas, ao departamento de crimes financeiros
Reputado como o “Deus do Mercado de Ações de Jiangnan”, Lee Hee-jin (apelido: “джин”) voltou a estar em foco devido a um novo caso de fraude com ativos virtuais. A Polícia de Seul já encaminhou oficialmente o seu caso ao departamento de investigação de crimes financeiros, acusando-o de violar a “Lei de Punição Agravada por Crimes Econômicos Específicos”.
Caso principal: Disputa de fundos do PikaCoin
O início da investigação foi motivado por uma disputa de fundos com os responsáveis pelo projeto PikaCoin. Segundo as acusações, Lee Hee-jin deve aproximadamente 188 bilhões de wons sul-coreanos. Este não é um incidente isolado — em outubro de 2023, ele foi preso por suspeita de manipulação de três tokens, incluindo o PikaCoin, e por organizar um esquema de fraude que totalizava até 9000 bilhões de wons.
Histórico criminal de “Caçador de Ativos Virtuais”
O histórico criminal de Lee Hee-jin não começou no setor de criptomoedas. Ele já foi condenado a três anos e seis meses de prisão por negociações ilegais de ações em 2020. Este background torna suas acusações atuais relacionadas a ativos virtuais ainda mais credíveis — pessoas familiarizadas com métodos de manipulação de mercados de capitais tendem a recorrer ao setor de criptomoedas, onde podem explorar assimetrias de informação e a imaturidade do mercado para realizar fraudes em maior escala.
Progresso atual e perspectivas futuras
Até março de 2025, Lee Hee-jin foi libertado sob fiança, mas ainda está sob investigação, sem estar sob custódia. Isso significa que o caso ainda está em andamento, com a decisão final pendente. Com a intervenção do departamento de crimes financeiros, este caso pode enfrentar uma fiscalização judicial mais rigorosa.