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Por que razão devemos olhar para o ROE ao investir em ações? Análise do papel fundamental do retorno sobre o patrimônio líquido na seleção de ações
A senha de seleção de ações de Buffett: Por que o ROE é tão importante
O lendário investidor Buffett já afirmou publicamente que, se pudesse usar apenas um indicador para escolher ações, escolheria o ROE. Empresas que conseguem manter de forma estável e a longo prazo um ROE acima de 20% geralmente são boas oportunidades de investimento. Essa frase revela a posição central do ROE na análise de valor.
Muitos investidores, ao começarem a entender o ROE, caem em um equívoco comum: acreditam que quanto mais alto, melhor. Mas, na prática, essa compreensão é parcial. Para realmente usar o ROE na seleção de ações, primeiro é preciso entender seu significado essencial e sua relação com outros indicadores financeiros.
O que exatamente o ROE mede
O ROE, sigla para Return on Equity, ou Retorno sobre o Patrimônio Líquido, também conhecido como retorno do acionista, retorno do valor contábil ou margem de lucro do patrimônio, mede quanto lucro uma empresa consegue gerar com o capital investido pelos acionistas.
Analisando a estrutura de ativos da empresa, a fonte de recursos pode ser dividida em duas partes: uma é o capital próprio investido pelos acionistas e as reservas acumuladas; a outra é o financiamento por dívida. O uso moderado de alavancagem financeira pode aumentar a eficiência do uso do capital, mas o excesso de endividamento aumenta o risco da empresa. O ROE é um indicador importante de como a empresa utiliza eficientemente seu capital próprio.
Por exemplo, a Empresa A tem um patrimônio líquido de 1000 unidades e um lucro líquido anual de 200 unidades, resultando em um ROE de 20%. A Empresa B tem um patrimônio de 10.000 unidades e um lucro líquido de 500 unidades, com ROE de 5%. Embora a Empresa B tenha um lucro total maior, a Empresa A é mais eficiente na utilização do capital, e é esse valor que o ROE destaca.
Como calcular o ROE
Fórmula básica: ROE = Lucro Líquido ÷ Patrimônio Líquido
onde, Lucro Líquido = Lucro após impostos + Distribuições; Patrimônio Líquido = Patrimônio dos sócios + Participação de minoritários.
Na prática do mercado de ações, o cálculo fica mais complexo, pois é necessário usar a fórmula do retorno médio ponderado do patrimônio líquido ao longo do ano, considerando as variações do patrimônio em diferentes períodos. Especificamente, deve-se partir do patrimônio no início do período, acrescentar o patrimônio adicional ao longo do ano (como emissão de novas ações ou conversão de dívidas em ações), ponderando mensalmente, e subtrair as reduções (como recompra de ações ou dividendos), também ponderando mensalmente.
Esse indicador é mais valioso do que o lucro por ação isolado, pois elimina distorções causadas por ações de distribuição de ações (como dividendos em ações). Algumas empresas distribuem ações, o que faz o lucro por ação diminuir, mas isso não significa que a lucratividade da empresa esteja realmente piorando. O ROE consegue refletir a situação real de forma mais precisa.
Diferenças entre ROE, ROA e ROI
No análise financeira, frequentemente aparecem três indicadores semelhantes, que podem gerar confusão:
ROA (Retorno sobre Ativos)
Refere-se ao retorno sobre o total de ativos (Return on Asset), medindo quanto de lucro líquido é gerado por unidade de ativo. A fórmula é: ROA = Lucro Líquido ÷ Ativos Totais. Este indicador avalia a capacidade da gestão de gerar lucro usando todos os ativos da empresa (incluindo dívidas), abrangendo uma visão mais ampla.
ROI (Retorno sobre Investimento)
Significa Retorno sobre Investimento (Return on Investment), indicando o retorno econômico obtido a partir de atividades de investimento. A fórmula é: ROI = Lucro anual ou lucro médio anual ÷ Investimento total × 100%.
O ROI é fácil de calcular e intuitivo, mas tem suas limitações: não considera o valor do tempo do dinheiro e não reflete completamente a situação real de um projeto de investimento. Além disso, o ROI costuma ser baseado em dados de um período específico.
As diferenças fundamentais entre eles são: o ROE mede o retorno sobre o patrimônio dos acionistas, o ROA mede o retorno sobre todos os ativos, e o ROI mede o retorno sobre o capital investido. Os investidores devem analisar esses indicadores de forma combinada para uma avaliação mais completa.
Um ROE alto nem sempre é bom: compreendendo a verdade sobre a avaliação de mercado
Muitos investidores iniciantes, ao verem uma ação com ROE muito alto, correm para comprar, sem perceber que há armadilhas por trás.
De uma perspectiva diferente, a fórmula do ROE: ROE = Lucro Líquido ÷ Patrimônio Líquido, pode ser reescrita como: ROE = (Valor de mercado ÷ Patrimônio Líquido) ÷ (Valor de mercado ÷ Lucro) = PB ÷ PE.
Essa fórmula revela uma verdade importante: o ROE depende da relação entre PB (Preço sobre Valor Patrimonial) e PE (Preço sobre Lucro). Para os investidores, um PE baixo e um PB baixo são mais atraentes, pois indicam menor risco de compra. Atualmente, o mercado considera uma faixa de PE entre 20 e 30 vezes como razoável.
Se o PE permanecer relativamente estável, para aumentar o ROE, é necessário que o PB também aumente. Mas um PB muito alto pode indicar uma bolha na empresa. Em outras palavras, um ROE extremamente alto causado por um PB elevado e um PE baixo geralmente é insustentável.
Dados históricos mostram que é raro encontrar ações que mantenham um ROE de 15% a longo prazo. Uma ação com PE de 10 vezes e PB de 2 vezes pode alcançar um ROE de 20%; se o PB for 5 vezes, o ROE sobe para 50%. Esses números são difíceis de manter por muito tempo.
Quando o ROE é muito alto, ele atrai mais capital para o setor, aumentando a concorrência. Se a empresa não tiver uma vantagem competitiva sólida, pode ser facilmente substituída por novos entrantes. Além disso, aumentar o ROE fica mais difícil à medida que ele sobe — subir de 2% para 4% é relativamente fácil, mas de 20% para 40% é muito mais difícil, pois o ambiente de mercado muda com base na base de comparação.
Como usar o ROE para selecionar ações de forma eficaz
Com base na análise acima, os investidores devem adotar uma postura cautelosa ao usar o ROE na seleção de ações:
Período de análise deve ser longo o suficiente
Não se deve confiar apenas no ROE de um único ano. É recomendável observar pelo menos os últimos 5 anos. Embora dados históricos não garantam o desempenho futuro, ajudam a entender se a lucratividade da empresa vem crescendo de forma estável.
Intervalo de ROE razoável
Sugere-se usar uma faixa de 15% a 25% como padrão de referência para seleção. Essa faixa evita valores muito baixos, que indicam baixa eficiência de capital, e valores muito altos, que podem indicar bolhas.
Focar na tendência, não apenas no valor absoluto
A tendência de crescimento contínuo do ROE é o mais importante, pois indica melhora na qualidade da gestão. Mesmo que o ROE não seja tão alto, uma tendência de alta deve ser valorizada. Caso contrário, uma queda no ROE, mesmo que ainda seja relativamente alto, deve ser encarada com cautela.
Combinar com outros indicadores
O ROE é uma métrica importante, mas não deve ser o único critério. É fundamental analisar também o PE, PB, crescimento do lucro líquido, fluxo de caixa e outros fatores para uma decisão mais racional.
Ferramentas e métodos para consultar o ROE em tempo real
Para consultar rapidamente o ROE de uma ação específica, investidores podem usar plataformas gratuitas como Google Finance, Yahoo Finance. Para filtrar ações com maior ROE, é possível acessar sites especializados em screening de ações, configurando os critérios de mercado e ROE.
Ranking global de ROE por mercado até 8月 de 2023
A seguir, os dados estatísticos de agosto de 2023:
Ranking de ROE na bolsa de Taiwan (parte)
Ranking de ROE nas ações dos EUA (parte)
Ranking de ROE nas ações de Hong Kong (parte)
Resumo: postura correta na seleção de ações pelo ROE
O ROE é, sem dúvida, uma métrica fundamental para avaliar a qualidade de uma empresa, mas o sucesso na inversión depende de sua compreensão adequada. Lembre-se: ROE não é quanto mais alto, melhor. Um nível estável entre 15% e 25%, aliado a uma tendência de crescimento contínuo, é muito mais valioso do que um valor isolado elevado.
A verdadeira estratégia de investimento está em pensar de forma independente, seguir seu próprio modelo de lucratividade, observar a tendência de longo prazo do ROE da empresa e combiná-lo com indicadores de avaliação como PE e PB para uma análise abrangente. Manter uma mentalidade equilibrada, apoiando suas decisões em múltiplos dados, é o caminho certo para obter retornos consistentes e seguros.