O estrela de Hollywood Ben Affleck, cujo património estimado segundo o Page Six ronda os 150 milhões de dólares, adota uma abordagem não convencional na educação dos seus três filhos. Em vez de usar a sua potência financeira para satisfazer todos os desejos das crianças, ele utiliza a sua considerável riqueza como ferramenta de ensino – mas de uma forma invertida.
A filosofia por trás do abandono
Affleck deliberadamente optou por não seguir o modelo clássico de pais superestrelas, onde os recursos financeiros são imediatamente convertidos em desejos materiais. O ator quer que os seus descendentes compreendam desde cedo que a segurança económica resulta do esforço próprio. Este princípio deve ajudá-los a desenvolver uma compreensão realista do valor do dinheiro.
Um momento concreto como ponto de viragem
Um incidente recente ilustra de forma contundente esta estratégia educativa. Quando um dos seus filhos desejou um par de ténis de luxo no valor de 6.000 dólares, Affleck aproveitou a oportunidade para confrontar. Na sua participação no programa “Today with Jenna & Friends” a 22 de abril, descreveu a reação do rapaz, que argumentou: “Nós temos o dinheiro.” A resposta do pai foi clara: “Eu tenho o dinheiro! Estás falido!”
Esta reação aparentemente dura não foi falta de afeto parental, mas uma intervenção pedagógica consciente. Affleck provocou o seu filho, perguntando se estaria disposto a cortar a relva ou fazer outro trabalho para ganhar o dinheiro necessário por si próprio.
O significado mais profundo da distinção
Através desta distinção clara entre o seu património pessoal e a realidade financeira dos seus filhos, Affleck transmite uma lição de vida fundamental. Mostra-lhes que pertencer a uma família rica não significa automaticamente que os desejos financeiros sejam satisfeitos sem contrapartida. Em vez disso, enfatiza a importância da iniciativa própria e da responsabilidade económica – valores que, a longo prazo, são muito mais valiosos do que a satisfação momentânea de um desejo de consumo.
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Como Ben Affleck ensina os seus filhos a terem independência financeira: Uma lição entre riqueza e responsabilidade pessoal
O estrela de Hollywood Ben Affleck, cujo património estimado segundo o Page Six ronda os 150 milhões de dólares, adota uma abordagem não convencional na educação dos seus três filhos. Em vez de usar a sua potência financeira para satisfazer todos os desejos das crianças, ele utiliza a sua considerável riqueza como ferramenta de ensino – mas de uma forma invertida.
A filosofia por trás do abandono
Affleck deliberadamente optou por não seguir o modelo clássico de pais superestrelas, onde os recursos financeiros são imediatamente convertidos em desejos materiais. O ator quer que os seus descendentes compreendam desde cedo que a segurança económica resulta do esforço próprio. Este princípio deve ajudá-los a desenvolver uma compreensão realista do valor do dinheiro.
Um momento concreto como ponto de viragem
Um incidente recente ilustra de forma contundente esta estratégia educativa. Quando um dos seus filhos desejou um par de ténis de luxo no valor de 6.000 dólares, Affleck aproveitou a oportunidade para confrontar. Na sua participação no programa “Today with Jenna & Friends” a 22 de abril, descreveu a reação do rapaz, que argumentou: “Nós temos o dinheiro.” A resposta do pai foi clara: “Eu tenho o dinheiro! Estás falido!”
Esta reação aparentemente dura não foi falta de afeto parental, mas uma intervenção pedagógica consciente. Affleck provocou o seu filho, perguntando se estaria disposto a cortar a relva ou fazer outro trabalho para ganhar o dinheiro necessário por si próprio.
O significado mais profundo da distinção
Através desta distinção clara entre o seu património pessoal e a realidade financeira dos seus filhos, Affleck transmite uma lição de vida fundamental. Mostra-lhes que pertencer a uma família rica não significa automaticamente que os desejos financeiros sejam satisfeitos sem contrapartida. Em vez disso, enfatiza a importância da iniciativa própria e da responsabilidade económica – valores que, a longo prazo, são muito mais valiosos do que a satisfação momentânea de um desejo de consumo.