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O Japão está a levar as coisas a sério: a partir de 2026, a encriptação cúmplice deve ser realizada por profissionais licenciados.
A Autoridade Financeira do Japão ( FSA ) anunciou uma reforma importante - a partir de 2026, qualquer empresa que preste serviços de encriptação de ativos ou de negociação deverá obter uma licença de registro do governo para operar legalmente.
Qual é o cerne da questão?
À primeira vista, a regulamentação das bolsas de valores japonesas parece bastante rigorosa: é necessário armazenar a maior parte dos fundos em carteiras frias e existem muitos sistemas de controlo interno. No entanto, há uma grande falha nesta regulamentação — a parte externalizada para prestadores de serviços terceiros não está sob jurisdição.
Quão profundo é esse buraco em 2024? A DMM Bitcoin já sofreu grandes perdas. Esta principal troca japonesa foi atacada por hackers e perdeu 48,2 bilhões de ienes ( cerca de 3,12 milhões de dólares ) em bitcoins. O ponto-chave é que a vulnerabilidade não estava na própria troca, mas sim na empresa de software de terceiros, Ginco. Como resultado, o prestador de serviços terceirizados não tinha restrições de supervisão, e os fundos dos usuários continuaram expostos ao risco.
Quais são as novas regras?
Todos os cúmplices e prestadores de serviços de negociação utilizados pelas bolsas de futuros devem:
No dia 7 de novembro, o Comitê do Sistema Financeiro do Japão ( deu conselhos ao Primeiro-Ministro e ) votou a favor dessa reforma, com previsão de apresentar a legislação formal durante o período de sessão do Parlamento em 2026.
O que isso significa para os usuários?
De uma boa perspectiva: a sua moeda nunca mais sofrerá porque a exchange contratou uma equipe de outsourcing não confiável. Todas as cadeias têm de passar pela verificação de segurança.
É interessante notar que, no Japão, essa onda de ações está sendo feita de forma ritmada. Este ano, a FSA já aprovou o primeiro stablecoin em ienes, o JPYC, e também está apoiando projetos piloto de stablecoins dos três grandes bancos ( Mizuho, MUFG, SMBC). De um lado, uma regulação rigorosa, e do outro, um acolhimento ativo das finanças digitais; o que o Japão deseja é muito claro - quer segurança e também inovação.