Na semana passada, o Bitcoin mostrou-se bastante forte. Subiu cerca de 8,5% em termos semanais e, desde que a situação no Médio Oriente se agravou, aumentou mais de 13%. O que é interessante é que, no mesmo período, as ações tecnológicas, o ouro e as ações americanas caíram, mas o Bitcoin destacou-se sozinho.



Recentemente, tem-se tornado evidente uma divergência, com o Bitcoin a mostrar uma correlação mais fraca com as ações tecnológicas ou o ouro. O ETF IBIT da BlackRock subiu 3,5%, mas o ETF de software tecnológico(IGV) ou o ouro, pelo contrário, desceram. Esta divergência parece indicar que o Bitcoin já não se move apenas como um ativo de risco puro.

O fluxo de capitais também é positivo, com cerca de 1,3 mil milhões de dólares a entrarem no ETF de Bitcoin físico dos EUA desde março. É bastante provável que este seja o primeiro mês desde outubro a mostrar um fluxo líquido de entrada. Está a ser negociado na faixa dos 74.000 dólares, parecendo que este nível serve como ponto de entrada para a procura de grandes instituições.

No entanto, ainda não é altura de ficar completamente descansado. O índice de medo e ganância permanece na zona de medo extremo, e a taxa de financiamento de futuros perpétuos está negativa. Isto indica que as posições curtas predominam, o que significa que os traders ainda estão cautelosos. Ainda assim, é notável que o Bitcoin esteja a começar a atuar como um indicador preditivo para eventos macroeconómicos.
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