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Wall Street fecha em verde impulsionado pelo setor bancário, enquanto o nervosismo em relação à IA se dissipa
A sessão desta terça-feira deixou um panorama misto nos mercados globais. Wall Street registou um fecho positivo liderado pelo desempenho excecional das entidades financeiras, enquanto no México o principal índice bolsista mostrou fraqueza. A recuperação em Wall Street sugere que os operadores superaram a inquietação inicial sobre as perspetivas que as empresas expressaram relativamente à inteligência artificial.
Desempenho dos principais índices de Wall Street
Os três grandes indicadores americanos iniciaram a semana curta com variações em alta. O Nasdaq ganhou terreno com um avanço de 0,14 por cento, atingindo os 22.578,39 pontos. Seguiu-se o S&P 500, que subiu 0,10 por cento até às 6.843,22 unidades, enquanto o Dow Jones completou o trio com um ganho de 0,07 por cento, situando-se nos 49.533,19 pontos.
Embora os aumentos percentuais tenham sido modestos, refletem a capacidade dos mercados de Wall Street manterem a força próxima de máximos históricos. Como afirmou Chris Larkin da E*Trade no Morgan Stanley à Bloomberg, “embora o mercado esteja próximo dos seus máximos, alguns investidores não o percebem assim devido às liquidações agressivas que travam os avanços quase desde o início de cada sessão”.
Banca em alta, tecnologia em retrocesso
Entre os vencedores mais destacados estiveram as principais entidades financeiras. Citigroup avançou 2,6 por cento, JPMorgan ganhou 1,5 por cento, Bank of America aumentou 0,3 por cento, e Wells Fargo subiu 0,5 por cento. Este desempenho reflete uma rotação setorial favorecendo valores defensivos e cíclicos ligados às taxas de juro.
Em contrapartida, os valores tecnológicos enfrentaram pressão. ServiceNow cedeu 1 por cento, Autodesk recuou 2,5 por cento, Salesforce caiu 2,56 por cento, e Oracle registou a maior queda com 3,8 por cento. Estes descensos, todos na indústria do software, sugerem que persistem preocupações sobre a rentabilidade de projetos relacionados com IA.
Mercado mexicano sob pressão
No México, o S&P/BMV IPC da Bolsa Mexicana de Valores (BMV) terminou com uma queda de 0,28 por cento, fechando nas 71.155,69 unidades. Com este retrocesso, o índice mexicano acumula três fechos negativos nas últimas quatro sessões, evidenciando uma fraqueza acumulada a curto prazo.
As perdas concentraram-se em valores de grande capitalização: Industrias Peñoles cedeu 4,06 por cento, Grupo México recuou 3,95 por cento, Televisa caiu 3,31 por cento, Kimberly-Clark contraiu-se 2,09 por cento, e Becle perdeu 1,63 por cento. O FTSE-BIVA da Bolsa Institucional de Valores (BIVA) também registou fraqueza, com uma diminuição de 0,20 por cento, fechando nas mil 410,46 pontos.
Moeda mexicana fortalece-se perante o dólar
No mercado de divisas, o peso mexicano mostrou-se forte, apreciando-se 0,17 por cento face ao dólar norte-americano. Segundo dados do Banco de México (Banxico), a cotação fechou em 17,13 unidades por dólar, melhorando face às 17,16 da sessão anterior.
Mercados europeus e preços do petróleo
A atravessar o Atlântico, os indicadores europeus encerraram o dia com ganhos. O DAX da Alemanha avançou 0,80 por cento, situando-se nas 24.998,40 unidades, enquanto o FTSE 100 de Londres progrediu 0,79 por cento, atingindo as 10.556,17 pontos. Esta força contrasta com a fraqueza demonstrada na América Latina.
Os preços do petróleo sofreram pressão em baixa. O West Texas Intermediate cedeu 0,89 por cento, fechando a 62,33 dólares por barril, enquanto o Brent recuou 1,85 por cento até aos 67,38 dólares por unidade. A diminuição na prima de risco foi favorecida por declarações do Irão indicando que as conversações nucleares com os Estados Unidos tiveram caráter construtivo.