A última ação do segundo maior banco da Espanha, o BBVA, está a impulsionar silenciosamente a reestruturação do panorama dos pagamentos digitais na Europa. Como representante importante do euro no palco internacional, a participação desta gigante financeira significa que a Europa está a construir ativamente a sua própria ecologia de stablecoins.
Formação da aliança Qivalis na UE, o euro stablecoin preenche lacunas
O BBVA entrou oficialmente no projeto Qivalis, tornando-se o 12º banco membro desta iniciativa de stablecoin em Amesterdão. A missão do Qivalis é clara — lançar uma stablecoin regulamentada atrelada ao euro, oferecendo soluções de pagamento e liquidação digital na União Europeia. Esta aliança reúne as principais instituições financeiras europeias, empenhadas em criar uma rede de pagamentos independente do sistema financeiro tradicional e de terceiros.
Como detentor e impulsionador central do euro digital, a entrada do BBVA reforça a força desta ferramenta financeira na Europa. Os responsáveis pelo projeto esperam fornecer serviços de stablecoin diretamente às empresas e consumidores através de uma matriz de redes bancárias, contornando os canais intermediários tradicionais.
Monopólio das stablecoins em dólares, o euro precisa de avanços
O mercado global de stablecoins tem um valor aproximado de 3000 mil milhões de dólares, mas o valor de mercado das stablecoins relacionadas ao euro é de apenas 860 milhões de dólares, representando uma fração mínima. A verdade por trás desta disparidade é a dominação absoluta do dólar — o USDT tem um valor de mercado de cerca de 185 mil milhões de dólares, e o USDC cerca de 70 mil milhões, totalizando mais de 250 mil milhões de dólares, o que representa 83% do mercado global de stablecoins.
O mercado europeu tem dependido há muito do dólar para transações, o que limita a influência internacional do euro e restringe o poder de fixação de preços do capital europeu no setor de ativos digitais. A intervenção de bancos da UE, como o BBVA, indica que a Europa está a procurar romper com este padrão.
O plano estratégico por trás do euro digital
A participação do BBVA no Qivalis não é um evento isolado, mas uma parte importante da estratégia da UE para promover o euro digital. Como a quarta maior economia da zona euro, a entrada do setor financeiro espanhol confere maior peso ao projeto Qivalis. Esta cooperação indica que a Europa está a usar a inovação financeira para combater a vantagem de longo prazo do dólar no domínio dos pagamentos digitais.
No futuro, à medida que mais bancos europeus aderirem a esta iniciativa, a expansão da quota de mercado da stablecoin do euro será apenas uma questão de tempo. O papel do euro digital neste processo será ainda mais destacado — de uma ferramenta financeira regional a uma força importante na reestruturação global do setor financeiro digital.
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A moeda espanhola enfrenta oportunidades de desenvolvimento, o BBVA lidera o campo das stablecoins da União Europeia
A última ação do segundo maior banco da Espanha, o BBVA, está a impulsionar silenciosamente a reestruturação do panorama dos pagamentos digitais na Europa. Como representante importante do euro no palco internacional, a participação desta gigante financeira significa que a Europa está a construir ativamente a sua própria ecologia de stablecoins.
Formação da aliança Qivalis na UE, o euro stablecoin preenche lacunas
O BBVA entrou oficialmente no projeto Qivalis, tornando-se o 12º banco membro desta iniciativa de stablecoin em Amesterdão. A missão do Qivalis é clara — lançar uma stablecoin regulamentada atrelada ao euro, oferecendo soluções de pagamento e liquidação digital na União Europeia. Esta aliança reúne as principais instituições financeiras europeias, empenhadas em criar uma rede de pagamentos independente do sistema financeiro tradicional e de terceiros.
Como detentor e impulsionador central do euro digital, a entrada do BBVA reforça a força desta ferramenta financeira na Europa. Os responsáveis pelo projeto esperam fornecer serviços de stablecoin diretamente às empresas e consumidores através de uma matriz de redes bancárias, contornando os canais intermediários tradicionais.
Monopólio das stablecoins em dólares, o euro precisa de avanços
O mercado global de stablecoins tem um valor aproximado de 3000 mil milhões de dólares, mas o valor de mercado das stablecoins relacionadas ao euro é de apenas 860 milhões de dólares, representando uma fração mínima. A verdade por trás desta disparidade é a dominação absoluta do dólar — o USDT tem um valor de mercado de cerca de 185 mil milhões de dólares, e o USDC cerca de 70 mil milhões, totalizando mais de 250 mil milhões de dólares, o que representa 83% do mercado global de stablecoins.
O mercado europeu tem dependido há muito do dólar para transações, o que limita a influência internacional do euro e restringe o poder de fixação de preços do capital europeu no setor de ativos digitais. A intervenção de bancos da UE, como o BBVA, indica que a Europa está a procurar romper com este padrão.
O plano estratégico por trás do euro digital
A participação do BBVA no Qivalis não é um evento isolado, mas uma parte importante da estratégia da UE para promover o euro digital. Como a quarta maior economia da zona euro, a entrada do setor financeiro espanhol confere maior peso ao projeto Qivalis. Esta cooperação indica que a Europa está a usar a inovação financeira para combater a vantagem de longo prazo do dólar no domínio dos pagamentos digitais.
No futuro, à medida que mais bancos europeus aderirem a esta iniciativa, a expansão da quota de mercado da stablecoin do euro será apenas uma questão de tempo. O papel do euro digital neste processo será ainda mais destacado — de uma ferramenta financeira regional a uma força importante na reestruturação global do setor financeiro digital.