Como ganhar dinheiro com fundos: Guia completo de investimento do iniciante ao avançado

Para os profissionais ocupados que desejam gerir as suas finanças, mas não têm tempo para estudar ações e análises complexas de investimento, os fundos são certamente uma excelente opção. Como é que os fundos ganham dinheiro? Este artigo irá analisar passo a passo a lógica de funcionamento dos fundos, as suas categorias, estratégias de alocação e estrutura de custos, ajudando-o a compreender esta ferramenta clássica de gestão financeira de forma simples.

A essência dos fundos: como o seu dinheiro trabalha por si

Um fundo é uma forma indireta de investimento em valores mobiliários, onde bancos ou corretoras emitem cotas de fundos, reunindo o capital de vários investidores, que é gerido por gestores profissionais de fundos, enquanto o custodiante é responsável pela guarda do dinheiro. Simplificando, um fundo é uma “reunião de esforços de muitos, gerida por especialistas”, com características de diversificação de risco e partilha de lucros.

Como os fundos ganham dinheiro: uma análise completa do fluxo de fundos

Para entender como os fundos ganham dinheiro, é fundamental compreender como o capital circula durante a funcionamento do fundo. Existem três participantes principais:

Investidor (você) — fornece o capital inicial

Gestor do fundo — decide a alocação do capital de acordo com a estratégia

Banco custodiante — responsável pela guarda do dinheiro e segurança

Estes três formam um ciclo completo: o capital do investidor é reunido, o gestor toma decisões de investimento com base na estratégia, o banco custodiante investe em ações, obrigações ou outros instrumentos financeiros, e os lucros são distribuídos proporcionalmente às cotas. Este é o mecanismo central de como os fundos ganham dinheiro.

Os cinco principais tipos de fundos: escolher bem para valorizar mais rápido

Diferentes tipos de fundos têm orientações de investimento distintas, e o caminho para ganhar dinheiro também varia. Conhecer as características de cada tipo é o primeiro passo para investir com sucesso:

Fundos monetários — opção conservadora e estável
Investem em produtos de rendimento fixo de curto prazo, como obrigações do governo, papéis comerciais e certificados de depósito bancário, com risco mínimo e alta liquidez. Adequados para investidores que priorizam a segurança do capital, embora o retorno a longo prazo seja geralmente baixo, com uma taxa anual entre 2% e 4%.

Fundos de obrigações — caminho de crescimento estável
Investem em obrigações do Estado, obrigações governamentais e obrigações corporativas, oferecendo maior estabilidade, mas com potencial de crescimento limitado. Existem variações, sendo os fundos de obrigações do Estado os de menor risco, enquanto os de obrigações corporativas oferecem maior risco e retorno potencial.

Fundos de ações — estratégia de crescimento ativo
Investem em ações ordinárias e preferenciais, sendo de alto risco e alta recompensa. Apesar da volatilidade de curto prazo, têm potencial de valorização a longo prazo, sendo ideais para investidores com horizonte de investimento mais longo.

Fundos indexados — estratégia passiva
Seguem um índice de ações (como o CSI 300, Nasdaq 100), replicando o desempenho do índice através da compra de ações componentes. Com alta liquidez e custos baixos, são uma boa opção para investidores preguiçosos. Os ETFs são um exemplo comum de fundos indexados.

Fundos mistos — estratégia equilibrada
Investem simultaneamente em ações, obrigações e outros ativos, equilibrando risco e retorno. O nível de risco fica entre os fundos de obrigações e os fundos de ações, sendo especialmente indicados para quem deseja crescimento, mas sem assumir riscos excessivos.

Comparação dos tipos de fundos:

Tipo de Fundo Objetivo de Investimento Risco Retorno Esperado Liquidez Perfil de Investidor
Fundos monetários Curto prazo Baixo 2%~4% Alta Conservador
Fundos de obrigações Obrigações do Estado e corporativas Baixo 3%~6% Alta Moderado
Fundos indexados Índices de ações Médio 8%~12% Alta Equilibrado
Fundos de ações Ações ordinárias e preferenciais Alto 10%~15% Média Ativo
Fundos mistos Ações + obrigações Médio 6%~10% Média Balanceado

Construir uma carteira vencedora: não colocar todos os ovos na mesma cesta

Depois de entender como os fundos ganham dinheiro, é importante saber como fazer uma alocação adequada. Investidores com diferentes níveis de tolerância ao risco devem montar carteiras distintas:

Investidor agressivo (suporta maior volatilidade)
50% em fundos de ações + 25% em fundos de obrigações + 15% em fundos monetários + 10% em outros fundos

Busca altos retornos, assumindo também a possibilidade de perdas no curto prazo.

Investidor equilibrado (procura crescimento estável)
35% em fundos de ações + 40% em fundos de obrigações + 20% em fundos monetários + 5% em outros fundos

A configuração mais popular, participando do crescimento do mercado com alguma estabilidade.

Investidor conservador (prioriza segurança do capital)
20% em fundos de ações + 20% em fundos de obrigações + 60% em fundos monetários

Foca na preservação do capital, com retorno mais baixo, ideal para quem está perto da aposentadoria.

Lembre-se de um princípio fundamental: a alocação deve ajustar-se à sua idade e fase de vida. Jovens podem ser mais ativos, enquanto com o passar do tempo deve-se tornar a estratégia mais conservadora.

Do subscrição ao resgate: ciclo completo de investimento

A última etapa de como os fundos ganham dinheiro é a operação prática. O processo de subscrição costuma ser simples:

Primeiro passo: escolher canal de investimento (gestora, corretora, banco ou plataforma online)

Segundo passo: selecionar o fundo desejado, preencher informações e enviar a solicitação

Terceiro passo: fazer a transferência de fundos conforme instruções

Quarto passo: confirmação do depósito e ativação das cotas

Quinto passo: acompanhar o valor da cota, realizando aportes ou resgates quando desejar

De subscrição a resgate, o processo costuma levar de 1 a 3 dias úteis. A maioria dos fundos permite resgates a qualquer momento, oferecendo alta liquidez.

Custos ocultos: entender antes de ganhar dinheiro

Investir em fundos não é gratuito. Durante o ciclo de compra, manutenção e resgate, há custos envolvidos:

Taxa de subscrição

  • Fundos de obrigações: cerca de 1,5%
  • Fundos de ações: cerca de 3%
  • Algumas corretoras e bancos oferecem descontos

Taxa de resgate

  • Na maior parte dos fundos em Taiwan, não há taxa de resgate
  • Mas, ao comprar via banco, pode haver taxa de administração de trust (cerca de 0,2% ao ano)

Taxa de gestão (deduzida automaticamente do valor líquido)

  • Média: 1%~2,5% ao ano
  • ETFs e fundos passivos têm custos menores
  • Fundos ativos costumam cobrar mais

Taxa de custódia (banco cobra pela guarda)

  • Média: 0,2% ao ano
  • Para a guarda e liquidação dos ativos do fundo

Embora pareçam pequenas, essas taxas acumulam ao longo do tempo, impactando significativamente o retorno. Por exemplo, investir 10 mil euros com uma taxa de gestão de 2% e taxa de custódia de 0,2% ao ano, ao fim de um ano, paga-se cerca de 220 euros. Por isso, optar por fundos de baixo custo, especialmente fundos indexados e ETFs, ajuda a maximizar o crescimento do seu patrimônio.

Por que escolher fundos: cinco vantagens principais

Os fundos são populares por várias razões:

Gestão profissional — você não precisa ser um especialista em ações. As equipes de gestão têm profundo conhecimento de mercado, monitoram 24 horas, e tomam decisões de investimento profissionais, algo difícil de fazer sozinho.

Diversificação de risco — ao investir em dezenas ou centenas de ações ou obrigações, o impacto de uma falha é muito menor do que comprar uma única ação. Essa é uma das maiores vantagens dos fundos em relação à compra direta de ações.

Diversificação de ativos — fundos permitem acesso fácil a mercados nacionais e internacionais, setores diferentes e classes de ativos variadas, possibilitando uma alocação global de recursos que seria difícil de fazer individualmente.

Alta liquidez — a maioria dos fundos pode ser comprada e vendida a qualquer momento, permitindo liquidez rápida quando precisar de dinheiro, ao contrário de imóveis ou outros investimentos menos líquidos.

Baixo valor de entrada — com apenas 3.000 euros, já é possível investir, muito abaixo do custo de comprar ações ou imóveis diretamente. Assim, mais pessoas podem participar na construção de riqueza.

O ciclo ideal de investimento em fundos

A forma de ganhar dinheiro com fundos também depende do período de investimento. Fundos não são instrumentos de curto prazo, mas sim uma estratégia de acumulação de riqueza a longo prazo:

  • Curto prazo (menos de 3 meses): não recomendado. Pode ser afetado por volatilidade de mercado, dificultando o efeito dos juros compostos.
  • Médio prazo (1 a 3 anos): já é possível perceber retornos mais claros, especialmente com fundos mistos e de obrigações.
  • Longo prazo (mais de 5 anos): ideal. Os fundos de ações, com tempo suficiente, geralmente oferecem retornos anuais superiores a 10%.

Dados históricos mostram que investidores que mantêm posições por longos períodos tendem a obter retornos médios muito superiores aos que operam com frequência, reforçando que “segurar” é mais lucrativo do que “fazer trading” frequente.

Comece sua jornada de investimento em fundos

A essência de como os fundos ganham dinheiro é: gestão profissional, diversificação de risco, juros compostos a longo prazo e uma alocação inteligente. Escolher o tipo de fundo adequado, ajustar a carteira ao seu perfil de risco, entender as taxas envolvidas e manter uma visão de longo prazo são passos essenciais para o sucesso.

Lembre-se: o melhor investimento é aquele que ajuda a alcançar seus objetivos financeiros e ainda permite dormir tranquilo. Comece agora, usando os fundos como ferramenta clássica de crescimento patrimonial, e deixe o poder dos juros compostos trabalhar por você.

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