O Congresso dos EUA recomendou bloquear as exportações de carne bovina da Nigéria como medida para obrigar os pastores Fulani a desarmar-se, após ataques crescentes às comunidades cristãs.
Esta recomendação faz parte de um relatório mais amplo intitulado “Acabar com a Perseguição aos Cristãos na Nigéria”, produzido após investigações dos EUA sobre alegadas violências por milícias Fulani e grupos terroristas.
O relatório apresenta várias estratégias para enfrentar a crise, desde medidas econômicas até reformas legais e cooperação reforçada em segurança.
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O que o relatório diz
O relatório destaca o uso de alavancagem econômica para conter a violência e proteger comunidades vulneráveis. Recomenda-se bloquear exportações de carne bovina e produtos relacionados de Nigeria para países como Costa do Marfim, Gana, África do Sul e Senegal como uma ferramenta-chave.
“Rever e usar pontos de alavancagem para obrigar os pastores Fulani a desarmar-se, incluindo o bloqueio da exportação de carne bovina e outros produtos relacionados de gado para países como Costa do Marfim, Gana, África do Sul e Senegal,” afirmou o relatório.
Urge-se a Nigéria a fortalecer as medidas de segurança e governança, implantando forças de segurança capazes, implementando sistemas de alerta precoce e garantindo que os responsáveis sejam responsabilizados.
O relatório também enfatiza programas para desarmar, desmobilizar e reintegrar milícias, apoiar comunidades deslocadas e realizar reformas agrárias para recuperar terras confiscadas por grupos armados.
Estas ações são vistas como necessárias para proteger as comunidades cristãs, especialmente na faixa do Meio da Nigéria, onde ataques, sequestros e destruição de igrejas e escolas têm sido frequentes.
Recomendações adicionais
O relatório aconselha ainda que a Nigéria reduza sua dependência de equipamentos militares russos e adquira hardware de defesa americano para fortalecer a segurança bilateral. Reformas legais, incluindo a revogação de códigos da Sharia e leis anti-blasfêmia, melhorias na polícia, fortalecimento do sistema de justiça e interrupção de redes de financiamento terrorista também são destacadas.
Incentiva-se a colaboração internacional com França, Hungria e Reino Unido.
Sanções, restrições de visto e a divulgação pública de indivíduos ou grupos responsáveis por violência religiosa são recomendadas.
O relatório propõe uma abordagem multifacetada, combinando medidas econômicas, militares e legais para enfrentar os ataques contínuos contra os cristãos.
Fique informado
O presidente dos EUA, Donald Trump, designou oficialmente a Nigéria como “País de Interesse Particular” em 31 de outubro de 2025, citando ataques generalizados aos cristãos que descreveu como uma matança em massa.
Trump compartilhou na conta oficial do White House no X que o cristianismo na Nigéria enfrenta uma “ameaça existencial”.
Milhares de cristãos teriam sido mortos em ataques atribuídos a grupos islamistas radicais.
O congressista Riley Moore, o presidente do Comitê de Apropriações, Tom Cole, e outros funcionários dos EUA foram instruídos a investigar e relatar ao Presidente.
O governo nigeriano rejeitou as alegações de perseguição direcionada aos cristãos, sinalizando tensões entre os dois países sobre a questão.
O que você precisa saber
Após a designação, os EUA e a Nigéria concordaram em estabelecer um Grupo de Trabalho Conjunto para coordenar a cooperação em defesa e segurança.
Os EUA manifestaram disposição para ampliar o apoio, incluindo maior compartilhamento de inteligência, processamento mais rápido de pedidos de equipamentos de defesa e possível acesso a excedentes de ativos de defesa dos EUA.
Em dezembro de 2025, Trump anunciou uma “ação poderosa e letal” contra uma base terrorista do ISIS no Noroeste da Nigéria via sua conta no Truth Social.
O governo nigeriano confirmou a colaboração com os EUA na execução do ataque, após um atentado terrorista anterior em uma mesquita no Mercado de Gamboru, Maiduguri.
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O Congresso dos EUA recomenda bloquear as exportações de carne bovina da Nigéria para desarmar os pastores Fulani
O Congresso dos EUA recomendou bloquear as exportações de carne bovina da Nigéria como medida para obrigar os pastores Fulani a desarmar-se, após ataques crescentes às comunidades cristãs.
Esta recomendação faz parte de um relatório mais amplo intitulado “Acabar com a Perseguição aos Cristãos na Nigéria”, produzido após investigações dos EUA sobre alegadas violências por milícias Fulani e grupos terroristas.
O relatório apresenta várias estratégias para enfrentar a crise, desde medidas econômicas até reformas legais e cooperação reforçada em segurança.
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Estas ações são vistas como necessárias para proteger as comunidades cristãs, especialmente na faixa do Meio da Nigéria, onde ataques, sequestros e destruição de igrejas e escolas têm sido frequentes.
Recomendações adicionais
O relatório aconselha ainda que a Nigéria reduza sua dependência de equipamentos militares russos e adquira hardware de defesa americano para fortalecer a segurança bilateral. Reformas legais, incluindo a revogação de códigos da Sharia e leis anti-blasfêmia, melhorias na polícia, fortalecimento do sistema de justiça e interrupção de redes de financiamento terrorista também são destacadas.
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O que você precisa saber
Após a designação, os EUA e a Nigéria concordaram em estabelecer um Grupo de Trabalho Conjunto para coordenar a cooperação em defesa e segurança.
O governo nigeriano confirmou a colaboração com os EUA na execução do ataque, após um atentado terrorista anterior em uma mesquita no Mercado de Gamboru, Maiduguri.
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