O marketing baseado no fundador só o leva até certo ponto.



No início, a voz de um fundador pode gerar confiança e atenção, especialmente quando a empresa é pequena e resiliente, mas essa vantagem tem um limite.

Pegue a Tesla, por exemplo: a marca dependia fortemente de Elon como seu principal motor de marketing.

Mas, quando a perceção pública dele mudou, essa atenção transformou-se em atrito e as vendas sentiram isso, pois não havia separação entre Tesla e Elon, eles eram a mesma entidade na mente das pessoas.

O erro não foi o marketing do fundador, foi a dependência excessiva.

A lição: o rosto e a voz do fundador podem iniciar o crescimento, mas o marketing de verdade precisa sustentá-lo a longo prazo.
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