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Recentemente, ao fazer um inventário de algumas infraestruturas de blockchain ainda não totalmente exploradas, descobri um fenômeno interessante — muitos dos problemas que impedem o avanço das blockchains não são, na verdade, limites de desempenho, mas sim erros de concepção desde a fase de arquitetura.
Há algum tempo, reestudei uma tecnologia Layer1 que foca na execução nativa paralela, cujo teste na rede V4 já está ativo, mas o interesse ainda não decolou. Essas blockchains que priorizam a execução paralela, do ponto de vista de pesquisa e investimento, realmente merecem atenção — a escolha do modelo de execução pode determinar completamente o limite de desempenho final.
O aspecto mais importante a verificar é: a camada de execução tem uma concepção de base que realmente suporta paralelismo, e não apenas patches posteriores. Isso determina o verdadeiro limite de desempenho. Muitos projetos de infraestrutura acabam ficando presos exatamente nesse ponto.