Então eu acabei de ler sobre Ellis Pinsky e honestamente, essa história de troca de SIM é absolutamente louca.



Começou de forma simples—o investidor de criptomoedas Michael Turpin sai de uma conferência, e do outro lado do país, um grupo de hackers adolescentes literalmente subornou funcionários de telecomunicações para sequestrar seu número de telefone. Ellis Pinsky comandou a operação de uma chamada no Skype, usando scripts que destruíram toda a vida digital de Turpin. E-mails, armazenamento na nuvem, qualquer coisa que pudesse conter chaves de carteira.

Eles encontraram algo enorme: 900 milhões de dólares em Ethereum. Mas havia um problema—estava bloqueado. Então continuaram investigando e encontraram 24 milhões de dólares que não estavam protegidos. Horas depois, Turpin percebeu que sua carteira principal estava intacta, mas 24 milhões simplesmente desapareceram. Tornou-se o maior golpe de troca de SIM individual já registrado.

De repente, Ellis Pinsky tinha dinheiro. Dinheiro de verdade. Comprou um Rolex de 100.000 dólares, guardou debaixo da cama e começou a viver como se tivesse ganhado na loteria. Acompanhantes, casas noturnas, tudo. Mas o caos rapidamente o alcançou. Um cúmplice fugiu com 1,5 milhão de dólares. Outro literalmente discutiu contratar alguém para dar um tiro nele. Tudo estava saindo do controle.

Aqui é onde fica mais sombrio: Nicholas Truglia, um dos parceiros de Ellis, não conseguiu ficar quieto. Ele se gabou online de ter roubado 24 milhões de dólares, usou seu nome real no Coinbase, e o FBI o prendeu imediatamente. Prisão. Ellis Pinsky, por sua vez, devolveu a maior parte do dinheiro e de alguma forma escapou das acusações parcialmente por causa da idade dele, mas foi processado por Turpin por 22 milhões de dólares.

A história de fundo é quase tão interessante quanto o crime em si. Ellis cresceu em um apartamento apertado em Nova York, ganhou seu primeiro Xbox aos 13 anos, entrou em fóruns de hackers, aprendeu injeção de SQL, e começou a trocar nomes raros no Instagram por fama. Mas fama não era suficiente—ele queria dinheiro de verdade. Troca de SIM era o atalho: subornar um representante de telecom, sequestrar o número, interceptar mensagens, redefinir senhas, esvaziar carteiras.

Até os 15 anos, Ellis Pinsky tinha 562 Bitcoins, insiders de telecomunicações na folha de pagamento, um processo judicial enorme, e aparentemente homens mascarados invadindo sua casa. Hoje ele supostamente é estudante de filosofia e ciência da computação na NYU, alegando que está construindo startups e tentando pagar dívidas.

Tudo isso parece uma história de advertência sobre como é fácil passar de fóruns de hackers para crime federal e tentar desaparecer na normalidade. Coisa louca.
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