Recentemente, tenho ficado um pouco confuso com as carteiras multi-chain, meus ativos parecem moedas espalhadas: metade na rede principal, metade em algum L2, além de alguns resíduos de airdrops de várias redes de teste... Abrir a carteira é como sintonizar um rádio, cheio de ruídos na tela. Meu método burro é separar “usados com frequência” e “arqueologia”: para o dia a dia, deixo apenas dois ou três endereços, faço cross-chain sempre pelo mesmo caminho, não trocar de ponte por um preço mais barato hoje e esquecer de onde veio amanhã; aquelas moedas pequenas, considero como perdidas, não perco tempo tentando juntar tudo. E também, anoto semanalmente: qual rede tem o que, por quê, três linhas de texto já basta. Os desenvolvedores falam animados sobre modularidade e narrativa na camada de dados descentralizados, mas, na verdade, o usuário comum só se preocupa em não ter mais uma camada de ansiedade de “onde está”… De qualquer forma, primeiro vou controlar esse monte de fragmentos que tenho.

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