Nunca houve um momento em que perseguisse um passaporte americano, mesmo quando poderia. Meu passaporte verde me levou a quase todos os lugares que quis ir. Enfrentei discriminação em muitas fronteiras, mas também encontrei favor. As pessoas torciam o nariz, faziam perguntas difíceis, mas de alguma forma ainda assim consegui entrar e seguir em frente.


Essa experiência me ensinou algo sobre valor e identidade. Um livro não muda porque a capa parece estranha para algumas pessoas. Eu sabia quem eu era antes de me juntar a qualquer novo país. Então, quando finalmente me tornei americano, não foi para me sentir completo. Eu já era completo por dentro.
Meu passaporte americano só abriu mais portas, mas não me definiu. Meu verdadeiro passaporte era meu trabalho, minha mente e meu caráter. Essas coisas viajam comigo, mesmo quando minhas mãos estão vazias. ~~Jim Iyke
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