Tenho pensado recentemente sobre a questão da cadeia modular, o que mudou para o usuário comum... Para ser sincero, no momento em que você abre a carteira, a interface ainda é aquela de sempre: transferência, autorização, cross-chain. As mudanças estão mais na forma como as coisas são montadas nos bastidores — execução, dados, liquidação, que agora estão separados; a cadeia pode ser mais barata e mais rápida, mas para alguém como eu, que fica mais na retaguarda, fica até mais cansativo: uma mesma operação, o ponto de risco passa de uma cadeia para uma série de componentes, especialmente pontes cross-chain e DA/ordenadores, que, se der problema, é uma responsabilidade coletiva.



Quando vejo também a crítica à re-staking e ao conceito de segurança compartilhada sendo chamados de “cópia de modelos”, eu entendo: os rendimentos parecem bem atrativos, acumulando de forma interessante, mas a segurança também aumenta na mesma proporção; no final, quem garante a proteção é difícil de identificar de uma olhada só. De qualquer forma, quando encontro um novo L2 ou uma nova ponte, primeiro dou uma olhada no contrato e nas permissões de administrador, e, se necessário, faço apenas uma pequena tentativa com valores baixos... Da próxima vez, talvez eu organize uma lista de “caminho de confiança” para mim; vocês usariam rotas mais complexas de modularização só para economizar alguns gwei de gás?
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