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Chuva intensa mata dezenas no sudeste do Brasil enquanto aumentam os riscos de inundações
(MENAFN- Live Mint) (Bloomberg) – Chuvas intensas que começaram na noite de segunda-feira deixaram dezenas de mortos e causaram destruição generalizada no sudeste do Brasil, expondo um problema estrutural de longa data na habitação em áreas de alto risco vulneráveis a chuvas sazonais.
Tempestades no estado de Minas Gerais fizeram rios transbordarem, destruindo pontes e estradas, inundando várias regiões e deslocando cerca de 2.600 pessoas. Pelo menos 54 pessoas morreram e 14 continuam desaparecidas nas cidades de Juiz de Fora e Ubá, de acordo com o último boletim do Corpo de Bombeiros do estado. Até quinta-feira de manhã, 238 pessoas haviam sido resgatadas.
Em ambas as cidades, moradores e empresários tentam recuperar pertences e bens do lamaçal, enquanto muitas famílias continuam procurando por parentes. Em Ubá, negócios no centro da cidade foram completamente destruídos e carros foram levados pelas enchentes.
Juiz de Fora, a cidade mais afetada com 48 mortes confirmadas e 12 desaparecidos, viu casas inteiras em áreas de encosta desabarem morro abaixo entre a noite de segunda-feira e o início de terça. Em uma residência, três membros da mesma família foram mortos, e duas crianças continuam desaparecidas, segundo uma estação de rádio local.
Autoridades emitiram novos alertas de mais chuvas na região. Na noite de quarta-feira, uma nova tempestade deixou Juiz de Fora ainda mais molhada, dificultando as buscas pelos desaparecidos. A prefeita da cidade disse ao portal de notícias brasileiro UOL que sua cidade foi devastada, acrescentando que não tem como reconstruí-la.
No Brasil, muitas cidades possuem bairros de baixa renda construídos de forma desordenada em áreas de encosta, onde habitações informais se expandiram ao longo dos anos, aumentando a vulnerabilidade a deslizamentos e enxurradas durante a estação chuvosa. Essa vulnerabilidade é estrutural, refletindo uma escassez de moradias que deixa milhares expostos a chuvas sazonais e em risco em cidades de todo o país. Autoridades frequentemente orientam os moradores dessas áreas a evacuarem ao primeiro sinal de perigo e buscarem abrigo temporário.
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou estado de calamidade pública e liberou 3,4 milhões de reais (660.000 dólares) em fundos de emergência para as cidades afetadas. Em uma publicação no X, Lula afirmou que o “foco é garantir assistência humanitária, a restauração dos serviços básicos, apoio aos deslocados e suporte para reconstrução”. Ele também expressou solidariedade às pessoas afetadas pela perda de suas casas e familiares.
Inundações na região
O desastre atual soma-se a uma série de enchentes mortais no Brasil nos últimos anos, à medida que eventos climáticos extremos se tornam mais frequentes na América do Sul.
Em maio de 2024, chuvas sem precedentes provocaram enchentes catastróficas no estado do Rio Grande do Sul, no sul do Brasil, sobrecarregando bacias hidrográficas e inundando bairros inteiros. A enxurrada afetou quase todos os municípios do estado, deslocando centenas de milhares de residentes e deixando 185 mortos e 23 desaparecidos.
O desastre, descrito por alguns analistas como um “momento Katrina” para o Brasil devido à sua magnitude e consequências socioeconômicas, também alimentou debates sobre investimentos em infraestrutura e resiliência climática, enquanto autoridades e grupos de defesa clamam por medidas mais sustentadas de preparação para desastres, e Lula propôs isentar os gastos de ajuda emergencial das regras fiscais do país para acelerar os esforços de reconstrução.
Em outras regiões, o Peru, vizinho do Brasil, recentemente entrou em alerta, pois chuvas intensas que atingem a costa do país nas últimas semanas não mostram sinais de diminuir, potencialmente sinalizando o início do fenômeno climático El Niño. Mais de 700 distritos em todo o país foram colocados em estado de emergência devido às chuvas, geralmente associadas ao El Niño, que, segundo autoridades, está em seus estágios iniciais e deve se intensificar no próximo mês, possivelmente até novembro.
Chuvas torrenciais atingiram a região de Arequipa, danificando cerca de 1.200 casas e afetando mais de 4.000 residentes, de acordo com dados oficiais de quarta-feira. Autoridades afirmam que 68 pessoas morreram desde o início da temporada de chuvas, em dezembro. O El Niño pode causar perdas de até 291 milhões de soles (86,7 milhões de dólares) por dia, impactando especialmente manufatura, agricultura, comércio e transporte, estimou a Câmara de Comércio de Lima.
–Com assistência de Carla Samon Ros.
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