As negociações entre os EUA e o Irão estão próximas. Ainda não há um consenso claro dentro do governo dos EUA sobre os objetivos das ações militares contra o Irão.
Vários funcionários americanos revelaram que, antes da reunião prevista para o dia 6 em Omã entre oficiais dos EUA e do Irã, o governo de Donald Trump ainda não tinha um consenso claro sobre os objetivos específicos de uma ação militar contra o Irã. Sabe-se que Trump não esclareceu publicamente suas demandas finais em relação ao Irã, incluindo se busca uma mudança de regime, enfraquecer o atual governo ou forçar o Irã a aceitar restrições mais rigorosas em seu programa nuclear e de mísseis. Funcionários americanos afirmaram que o governo também não possui um “roteiro de ação” definido para o que acontecerá após uma possível intervenção militar. O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que as próximas negociações devem abordar o programa nuclear, mísseis balísticos, atividades de agentes regionais e questões de direitos humanos internas ao Irã. No entanto, o Irã já declarou várias vezes que não negociará temas além do nuclear. Ao mesmo tempo, os EUA continuam a enviar porta-aviões, caças e sistemas de defesa aérea para o Oriente Médio. Os americanos dizem que essa movimentação é uma resposta à tensão na região, e não uma decisão definitiva de ação militar. Vários aliados internacionais estão cautelosos quanto a uma possível escalada militar, pedindo que os EUA priorizem negociações para evitar conflitos.
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As negociações entre os EUA e o Irão estão próximas. Ainda não há um consenso claro dentro do governo dos EUA sobre os objetivos das ações militares contra o Irão.
Vários funcionários americanos revelaram que, antes da reunião prevista para o dia 6 em Omã entre oficiais dos EUA e do Irã, o governo de Donald Trump ainda não tinha um consenso claro sobre os objetivos específicos de uma ação militar contra o Irã. Sabe-se que Trump não esclareceu publicamente suas demandas finais em relação ao Irã, incluindo se busca uma mudança de regime, enfraquecer o atual governo ou forçar o Irã a aceitar restrições mais rigorosas em seu programa nuclear e de mísseis. Funcionários americanos afirmaram que o governo também não possui um “roteiro de ação” definido para o que acontecerá após uma possível intervenção militar. O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que as próximas negociações devem abordar o programa nuclear, mísseis balísticos, atividades de agentes regionais e questões de direitos humanos internas ao Irã. No entanto, o Irã já declarou várias vezes que não negociará temas além do nuclear. Ao mesmo tempo, os EUA continuam a enviar porta-aviões, caças e sistemas de defesa aérea para o Oriente Médio. Os americanos dizem que essa movimentação é uma resposta à tensão na região, e não uma decisão definitiva de ação militar. Vários aliados internacionais estão cautelosos quanto a uma possível escalada militar, pedindo que os EUA priorizem negociações para evitar conflitos.