O Médio Oriente está completamente em alvoroço. Hoje (28 de fevereiro), Israel anunciou oficialmente que atacou o Irão. Não se trata de uma guerra de sombras na fronteira da Síria ou de ataques furtivos a cientistas, mas de um ataque direto ao território iraniano, com o envolvimento ativo dos Estados Unidos. Resumindo: [淘股吧]
O Ministro da Defesa de Israel afirmou que foi uma ação de “prevenção”. Cerca de 30 alvos foram atingidos, todos no coração do Irão — Teerã.
Dizem que até a residência do líder supremo Khamenei, a residência presidencial e o edifício de inteligência foram atingidos por mísseis.
Os EUA também entraram na jogada, o que é crucial. Antes, os EUA apoiavam por trás, agora confirmaram a participação militar na operação. Isso mostra que Israel e EUA estão decididos a agir, e as negociações diplomáticas (que fracassaram recentemente na Suíça) estão completamente encerradas.
Israel já entrou em estado de emergência, com alerta máximo. Os civis foram chamados a se refugiar em abrigos antiaéreos, temendo uma retaliação iraniana. Afinal, atacar os centros de comando e instalações nucleares no coração do Irão é uma provocação séria, e o Irão certamente vai reagir.
Resumindo, a mesa foi virada. Antes, todos especulavam se iriam ou não atacar; agora, a guerra começou. E essa pode ser a faísca para um conflito total, deixando o mundo em tensão máxima.
Na prática, a razão principal foi uma: as negociações fracassaram.
Há alguns dias, EUA e Irão tiveram uma rodada de conversas secretas na Suíça. Os EUA foram claros: desmantelamento completo das instalações nucleares, entrega de urânio enriquecido, ou nada feito. O Irão respondeu com firmeza: “Nem pensar”, pois a tecnologia nuclear é vital para eles, e não vão abrir mão.
Resultado: a mesa foi virada. Como a diplomacia não funcionou, os EUA decidiram agir.
Para Israel, isso não é uma simples discussão, é uma questão de vida ou morte.
Eles têm informações de que o Irão está a um passo de possuir uma bomba nuclear. Com milhares de mísseis, se ainda adicionarem ogivas nucleares, o território israelense ficará vulnerável.
A lógica de Israel é simples: ao invés de esperar o Irão construir a bomba e atacar, é melhor atacar primeiro, destruindo suas instalações e centros de comando, impedindo que eles avancem. Essa é a estratégia de “prevenção”.
Os EUA também estão decididos a agir.
Antes, os EUA apoiavam por trás, agora o governo Trump enviou uma mensagem clara: querem uma ação forte.
As sanções e negociações não estão mais funcionando; é hora de uma ação decisiva para enfraquecer militar e nuclearmente o Irão, até mesmo tentar derrubar o regime atual.
Além disso, os EUA posicionaram dois grupos de porta-aviões no Médio Oriente, enviando uma mensagem ao mundo: “Estamos levando a sério, ninguém vai impedir nossa ação”.
Anos de apoio a grupos como Hezbollah e Houthis, que atacam Israel, não são suficientes. Israel acredita que a única solução definitiva é atacar Teerã diretamente, destruindo centros de comando e instalações nucleares.
———
Vamos ao impacto no mercado financeiro:
Primeiro, no mercado global:
Preços do petróleo disparam: se o Irão ficar desesperado, pode bloquear o Estreito de Hormuz ou atacar campos petrolíferos, fazendo o preço do petróleo subir rapidamente. Brent pode ultrapassar 100 ou até 120 dólares por barril.
O ouro vira refúgio: em tempos de crise, o ouro sempre sobe. Com o medo, a procura por ouro aumenta, elevando seu preço.
Ações nos EUA e Europa caem: guerra traz incerteza, o que desagrada os investidores. Com o petróleo mais caro, a inflação sobe, e o Federal Reserve pode não cortar juros, levando a uma correção no mercado de ações, especialmente setores como aviação e transporte, que dependem de petróleo.
Dólar pode ficar mais forte: apesar do envolvimento dos EUA, o caos global tende a fortalecer o dólar, que é visto como porto seguro.
Segundo, impacto na Ação local (A股):
O mercado chinês costuma reagir de forma negativa a crises externas, mas a estrutura será bastante diferenciada:
(Setores em baixa)
Avião, transporte marítimo e logística: aumento do custo do petróleo prejudica esses setores.
Indústrias dependentes de matérias-primas importadas: aumento de preços de cobre, alumínio, derivados de petróleo aumenta custos.
Sentimento geral: no primeiro dia de conflito, o índice deve abrir em baixa, com saída de capital estrangeiro (fundos de Hong Kong), puxando ações de peso como Moutai e CATL para baixo, gerando pânico.
(Setores em alta)
Petróleo, carvão e gás natural: lucram com a guerra, com expectativa de aumento de preços.
Ouro e metais não ferrosos: acompanham o preço internacional do ouro, atraindo investidores.
Indústria de defesa: com o aumento do conflito, há uma tendência de fortalecimento de empresas de defesa, como fabricantes de aviões, mísseis e tecnologia militar.
Agricultura (parcialmente): se o conflito afetar exportações de alimentos (mesmo que o Irão não seja grande exportador), setores de fertilizantes, defensivos agrícolas e sementes podem se beneficiar.
Terceiro, recomendações para o público:
Não entre em pânico e venda tudo: se o mercado abrir em queda, evite vender na baixa. Muitas vezes, o movimento é emocional e pode se recuperar em dias.
Não compre no auge: se ouro e petróleo dispararem, não entre na onda. Essas altas rápidas podem ser apenas temporárias, e comprar no pico é arriscado.
Quarto, resumo:
Para o mercado de ações, o impacto será de grande nervosismo e reorganização setorial. O índice pode ficar volátil, mas petróleo, ouro e defesa tendem a subir.
———
Número de mortos em escolas no Irão sobe para 51.
Lembra aquela frase de um jornalista de guerra ao entrevistar uma criança de Gaza?
“Qual é o seu sonho quando crescer?”
“Nós não vamos crescer…”
É uma guerra sem vencedores, apenas lágrimas silenciosas de civis no fogo cruzado.
Sobre o mercado americano: ontem, todas as principais bolsas fecharam em baixa: Dow (-1,05%), Nasdaq (-0,92%), S&P 500 (-0,43%).
Provavelmente, o mercado já sentiu o cheiro de guerra, e essa queda foi uma antecipação.
O Dow, com muitas empresas tradicionais de energia e indústria, foi o mais afetado.
A Nasdaq, com tecnologia, também caiu, pois investidores preferem vender ativos de risco antes do conflito.
O S&P, que representa o mercado geral, caiu menos, refletindo o pessimismo geral.
Sobre a queda da Nvidia (-4,16%), é uma questão de proteção: como se fosse um restaurante de alta gastronomia muito lucrativo, que sofre ao ouvir que há uma guerra na rua — mesmo com o melhor produto, os clientes ficam receosos, e os custos de transporte aumentam, fazendo o valor da ação cair temporariamente até a situação se esclarecer.
A SpaceX estaria considerando solicitar seu IPO nos EUA já em março. Uma notícia positiva para o setor de exploração espacial comercial, elevando a avaliação de outras empresas do setor. Mas, considerando o cenário atual, o foco ainda está na guerra, e essa notícia é esperada.
Por fim, o mês está acabando. Apoie com um pequeno valor, até 1 real, para ajudar na produção. Desejo sucesso na bolsa!
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EUA e Israel atacam Teerã! Os preços do petróleo vão disparar, e o mercado A-shares, o que fazer?
O Médio Oriente está completamente em alvoroço. Hoje (28 de fevereiro), Israel anunciou oficialmente que atacou o Irão. Não se trata de uma guerra de sombras na fronteira da Síria ou de ataques furtivos a cientistas, mas de um ataque direto ao território iraniano, com o envolvimento ativo dos Estados Unidos. Resumindo: [淘股吧]
O Ministro da Defesa de Israel afirmou que foi uma ação de “prevenção”. Cerca de 30 alvos foram atingidos, todos no coração do Irão — Teerã.
Dizem que até a residência do líder supremo Khamenei, a residência presidencial e o edifício de inteligência foram atingidos por mísseis.
Os EUA também entraram na jogada, o que é crucial. Antes, os EUA apoiavam por trás, agora confirmaram a participação militar na operação. Isso mostra que Israel e EUA estão decididos a agir, e as negociações diplomáticas (que fracassaram recentemente na Suíça) estão completamente encerradas.
Israel já entrou em estado de emergência, com alerta máximo. Os civis foram chamados a se refugiar em abrigos antiaéreos, temendo uma retaliação iraniana. Afinal, atacar os centros de comando e instalações nucleares no coração do Irão é uma provocação séria, e o Irão certamente vai reagir.
Resumindo, a mesa foi virada. Antes, todos especulavam se iriam ou não atacar; agora, a guerra começou. E essa pode ser a faísca para um conflito total, deixando o mundo em tensão máxima.
Na prática, a razão principal foi uma: as negociações fracassaram.
Há alguns dias, EUA e Irão tiveram uma rodada de conversas secretas na Suíça. Os EUA foram claros: desmantelamento completo das instalações nucleares, entrega de urânio enriquecido, ou nada feito. O Irão respondeu com firmeza: “Nem pensar”, pois a tecnologia nuclear é vital para eles, e não vão abrir mão.
Resultado: a mesa foi virada. Como a diplomacia não funcionou, os EUA decidiram agir.
Para Israel, isso não é uma simples discussão, é uma questão de vida ou morte.
Eles têm informações de que o Irão está a um passo de possuir uma bomba nuclear. Com milhares de mísseis, se ainda adicionarem ogivas nucleares, o território israelense ficará vulnerável.
A lógica de Israel é simples: ao invés de esperar o Irão construir a bomba e atacar, é melhor atacar primeiro, destruindo suas instalações e centros de comando, impedindo que eles avancem. Essa é a estratégia de “prevenção”.
Os EUA também estão decididos a agir.
Antes, os EUA apoiavam por trás, agora o governo Trump enviou uma mensagem clara: querem uma ação forte.
As sanções e negociações não estão mais funcionando; é hora de uma ação decisiva para enfraquecer militar e nuclearmente o Irão, até mesmo tentar derrubar o regime atual.
Além disso, os EUA posicionaram dois grupos de porta-aviões no Médio Oriente, enviando uma mensagem ao mundo: “Estamos levando a sério, ninguém vai impedir nossa ação”.
Anos de apoio a grupos como Hezbollah e Houthis, que atacam Israel, não são suficientes. Israel acredita que a única solução definitiva é atacar Teerã diretamente, destruindo centros de comando e instalações nucleares.
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Vamos ao impacto no mercado financeiro:
Primeiro, no mercado global:
Preços do petróleo disparam: se o Irão ficar desesperado, pode bloquear o Estreito de Hormuz ou atacar campos petrolíferos, fazendo o preço do petróleo subir rapidamente. Brent pode ultrapassar 100 ou até 120 dólares por barril.
O ouro vira refúgio: em tempos de crise, o ouro sempre sobe. Com o medo, a procura por ouro aumenta, elevando seu preço.
Ações nos EUA e Europa caem: guerra traz incerteza, o que desagrada os investidores. Com o petróleo mais caro, a inflação sobe, e o Federal Reserve pode não cortar juros, levando a uma correção no mercado de ações, especialmente setores como aviação e transporte, que dependem de petróleo.
Dólar pode ficar mais forte: apesar do envolvimento dos EUA, o caos global tende a fortalecer o dólar, que é visto como porto seguro.
Segundo, impacto na Ação local (A股):
O mercado chinês costuma reagir de forma negativa a crises externas, mas a estrutura será bastante diferenciada:
(Setores em baixa)
Avião, transporte marítimo e logística: aumento do custo do petróleo prejudica esses setores.
Indústrias dependentes de matérias-primas importadas: aumento de preços de cobre, alumínio, derivados de petróleo aumenta custos.
Sentimento geral: no primeiro dia de conflito, o índice deve abrir em baixa, com saída de capital estrangeiro (fundos de Hong Kong), puxando ações de peso como Moutai e CATL para baixo, gerando pânico.
(Setores em alta)
Petróleo, carvão e gás natural: lucram com a guerra, com expectativa de aumento de preços.
Ouro e metais não ferrosos: acompanham o preço internacional do ouro, atraindo investidores.
Indústria de defesa: com o aumento do conflito, há uma tendência de fortalecimento de empresas de defesa, como fabricantes de aviões, mísseis e tecnologia militar.
Agricultura (parcialmente): se o conflito afetar exportações de alimentos (mesmo que o Irão não seja grande exportador), setores de fertilizantes, defensivos agrícolas e sementes podem se beneficiar.
Terceiro, recomendações para o público:
Não entre em pânico e venda tudo: se o mercado abrir em queda, evite vender na baixa. Muitas vezes, o movimento é emocional e pode se recuperar em dias.
Não compre no auge: se ouro e petróleo dispararem, não entre na onda. Essas altas rápidas podem ser apenas temporárias, e comprar no pico é arriscado.
Quarto, resumo:
Para o mercado de ações, o impacto será de grande nervosismo e reorganização setorial. O índice pode ficar volátil, mas petróleo, ouro e defesa tendem a subir.
———
Lembra aquela frase de um jornalista de guerra ao entrevistar uma criança de Gaza?
“Qual é o seu sonho quando crescer?”
“Nós não vamos crescer…”
É uma guerra sem vencedores, apenas lágrimas silenciosas de civis no fogo cruzado.
Provavelmente, o mercado já sentiu o cheiro de guerra, e essa queda foi uma antecipação.
O Dow, com muitas empresas tradicionais de energia e indústria, foi o mais afetado.
A Nasdaq, com tecnologia, também caiu, pois investidores preferem vender ativos de risco antes do conflito.
O S&P, que representa o mercado geral, caiu menos, refletindo o pessimismo geral.
Sobre a queda da Nvidia (-4,16%), é uma questão de proteção: como se fosse um restaurante de alta gastronomia muito lucrativo, que sofre ao ouvir que há uma guerra na rua — mesmo com o melhor produto, os clientes ficam receosos, e os custos de transporte aumentam, fazendo o valor da ação cair temporariamente até a situação se esclarecer.